Tenho acertado, infelizmente.
Acertei com a prisão de José Dirceu, em maio.
Acertei com a história do cracker israelense que viveu na casa antes ocupada pelo José Dirceu.
Acertei com a trama de Margareth Coelho, para retirar pontos importantes do projeto anticrime de Sérgio Moro.
Acertei com a montagem dos áudios de procuradores e de Moro, que ainda virão, pela gangue do Intercept (o de Dallagnol já veio a lume).
Acertei com a falência do estado provocada pelo "Vampiro Brasileiro".
Por enquanto 4x1 contra os bons.
Viver num estado controlado, em sua maioria, pelo crime, tem suas desvantagens.
É complicado.
Falando de política, cultura e liberdade de imprensa e de expressão.
quarta-feira, 10 de julho de 2019
domingo, 7 de julho de 2019
Bandidos explodem caixa eletrônico em frente à mansão do governador do Piauí
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POSTO DE COMBUSTÍVEIS SITUADO
EM FRENTE À MANSÃO DO GOVERNADOR:
EXPLOSÃO DE CAIXA ELETRÔNICO
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O episódio me entristece porque sempre passo por ali quando
saio de Teresina em direção aos Altos. Seja para abastecer meu carro. Seja para
outras conveniências. Pessoal que ali trabalha sempre respeitoso. Bom atendimento.
Todos muito zelosos. Ontem à noite, mesmo, passei por lá, na companhia da
professora Pedrina, por volta das 21h30min, retornando da capital, onde fui
prestigiar o lançamento do livro do amigo Antonio Pinto. Foi uma passagem
rápida, apenas para abastecer. De todo modo, fiquei surpreso ao receber a
informação logo cedo, na postagem do amigo Danilo Damásio.
Minha impressão é de que nada aconteceria exatamente por
conta da localização. Em frente à mansão do chefe do executivo. Toda a
segurança possível e imaginável. Mas os bandidos não respeitam nada nem ninguém.
Significa que no Piauí estamos abaixo da linha de perdição. Não se respeita nem
o governador. Marginais explodem um caixa eletrônico a menos de 200 metros da
casa do comandante em chefe da polícia militar do estado. Vê se pode. (TR)
ANDRÉ ESTEVES: REVISTA VEJA A SERVIÇO DE LULA
Bom dia. Nunca pensei em ver a revista Veja e os jornalistas brasileiros defendendo o crime organizado. Mas existe um tempo para tudo neste país. E aí está, tudo contadinho em detalhes. Como se fosse no Piauí, onde o crime organizado parece ter vida eterna. Gravações sem perícia, sem origem determinada, sem que se saiba ao menos se realmente procedem. Nada confere com nada. Pessoas que apenas emitem opiniões, como se isso fosse absoluta expressão da verdade. Que país é esse? Lembre-se. Preciso de suas visualizações, de seu like e de seus compartilhamentos. Preciso de sua inscrição no canal. #VejaComigo #Avante #ToniRodriguesAlémdaNotícia
segunda-feira, 1 de julho de 2019
Bolsonaro pode ter que recorrer a plebiscito para aprovar pacote Anticrime
O presidente Jair Bolsonaro não terá outra alternativa para
garantir a instituição do seu pacote Anticrime a não ser a convocação de um
plebiscito.
A medida está prevista na Constituição Federal de 1988 e
pode ser convocada por maioria simples do Congresso Nacional, de acordo com o
jurista Modesto Carvalhosa.
Ele disse ainda que dificilmente os congressistas irão
entender a movimentação das ruas em favor das reformas porque se encontram
isolados do povo em Brasília.
O juristas, que é autor do pedido de impeachmento do
ministro Gilmar Mendes, do STF, falou também que o Brasil precisa urgentemente
de medidas de impacto na área de segurança pública.
Segundo ele, o Brasil é o 3º país mais violento do mundo e o
primeiro atualmente em índices de corrupção. Carvalhosa afirma que plebiscito é
prática comum em diversos países do mundo.
Urge o impeachment do atual governador do Piauí – Parte 3
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Diário Oficial do Estado, de 8 de abril de 2019, com cópia
do Decreto 18.196,
que antecipa prazo de recolhimento do ICMS nas operações de
energia elétrica
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Em tempos passados, o governo utilizava recursos de
operações de crédito (antes destinadas à obras) para o pagamento de pessoal,
bem como para cobrir o déficit da previdência estadual. Como esses recursos se
esgotaram, agora o governo se utiliza de outra prática, também vedada, para
fazer face a essas despesas – são as chamadas ARO’s (Antecipações de Receita
Orçamentária). Tais operação são disciplinadas pela LRF em seu artigo 38.
Mencionado artigo diz o seguinte: “A operação de crédito por
antecipação de receita destina-se a atender insuficiência de caixa durante o
exercício financeiro e cumprirá as exigências mencionadas no art. 32 e mais as
seguintes: (...) IV - estará proibida: b) no último ano de mandato do
Presidente, Governador ou Prefeito Municipal.”
Tais empréstimos visam cobrir insuficiência de caixa, ou
seja, falta de dinheiro para despesas realizadas, vindo isso a denotar má
planificação financeira. Muito usuais em tempos passados, ARO’s são pouco
utilizadas atualmente, sobretudo porque, além da Lei de Responsabilidade
Fiscal, certas Resoluções do Senado opuseram rigorosas condições de contratação.
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Em outubro e novembro de 2018, nova antecipação por meio do decreto 17.966
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Finalmente, em 27 de junho deste ano o governo do Piauí
determina um novo prazo
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Um exemplo disso é a Resolução do Senado Federal nº 43/2001,
em seu artigo 15, que estabelece: “É vedada a contratação de operação de
crédito nos 120 (cento e vinte) dias anteriores ao final do mandato do Chefe do
Poder Executivo do Estado, do Distrito Federal ou do Município.” É preciso ver
também o que diz a Lei 1.079. Referida Lei determina tal conduta como crime de responsabilidade. Sendo que este crime pode ocasionar perda de mandato.
Artigo 10º, da Lei nº 1.079, de 10 de abril de 1950. Define
os crimes de responsabilidade e regula o respectivo processo de julgamento. “São
crimes de responsabilidade contra a lei orçamentária: 10) captar recursos a
título de antecipação de receita de tributo ou contribuição cujo fato gerador
ainda não tenha ocorrido.” Incluído, ainda, pela Lei nº 10.028, de 2000.
O que se lamenta é que o Estado do Piauí seja seja
desprovido de órgãos de controle, tais como CGE (Controladoria Geral do Estado),
TCE-PI (Tribunal de Contas do Estado) e MPE (Ministério Público do Estado), e a
sociedade aceita de forma satisfatória tudo que é imposto pelo atual
governador. Inclusive a oposição, que só aparece em tempos de campanha
eleitoral, como se fosse algo combinado para garantir ao atual esquema mais
quatro anos de poder e permanência.
(*) tonirodrigues39@gmail.com
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