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Falando de política, cultura e liberdade de imprensa e de expressão.
terça-feira, 4 de junho de 2019
O drama de Neymar
Neymar está sendo acusado de estupro. A acusadora está sendo chamada na polícia para um novo depoimento. Antes mesmo do inquérito ter continuidade, o craque já foi julgado e condenado pelas redes sociais. Vivemos num tempo em que as pessoas perderam a sua humanidade. Sim. O que você tem a dizer sobre o assunto?
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Fachin acata denúncia contra Ciro Nogueira por organização criminosa
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, votou pelo recebimento de denúncia contra o senador piauiense Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas, por organização criminosa. Nogueira é acusado de desviar públicos juntamente com alguns dos seus companheiros de partido.
São eles: Aguinaldo Ribeiro(PB), Arthur Lira (AL) e Eduardo da Fonte (PE). A denúncia foi apresentada em setembro de 2017 pela Procuradoria-Geral da República contra 11 parlamentares, mas o processo acabou desmembrado após diversos deles não terem conseguido se reeleger em 2018 e perderam a prerrogativa de foro no Supremo. Restaram na Corte as partes da acusação relativas aos quatro citados.
A acusação define que os parlamentares do PP obtiveram o poder de indicar cargos na administração pública, dos quais se valeram para desviar recursos de contratos públicos. Um dessas indicações teria sido a do diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, um dos delatores da Lava Jato.
Com base na delação premiada de Costa e em outros elementos de prova, como o registro de frequência dos parlamentares na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, a denúncia sustenta que a atual cúpula do PP valeu-se de seu poder político para praticar atos de corrupção e lavagem de dinheiro. No caso da petroleira estatal, as condutas teriam ocorrido entre 2009 e 2015.
O julgamento foi retomado após diversos adiamentos, com a defesa oral dos advogados dos acusados e a reiteração das acusações feitas pelo Ministério Público Federal. Após o voto do relator, Edson Fachin, o julgamento foi mais uma vez adiado por causa da ausência do Ministro Celso de Melo. Os outros ministros que fazem parte da segunda turma são: Cármém Lúcia, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.
Fachin destacou em seu voto que há provas suficientes no processo para dar andamento à acusação do MPF. O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, disse que a denúncia da PGR é “típico abuso de poder”, sem provas contra o senador Ciro Nogueira. Segundo a defesa, a procuradoria citou um inquérito que foi arquivado pelo STF para embasar os memoriais do caso. (Com informações do site Viagora)
São eles: Aguinaldo Ribeiro(PB), Arthur Lira (AL) e Eduardo da Fonte (PE). A denúncia foi apresentada em setembro de 2017 pela Procuradoria-Geral da República contra 11 parlamentares, mas o processo acabou desmembrado após diversos deles não terem conseguido se reeleger em 2018 e perderam a prerrogativa de foro no Supremo. Restaram na Corte as partes da acusação relativas aos quatro citados.
A acusação define que os parlamentares do PP obtiveram o poder de indicar cargos na administração pública, dos quais se valeram para desviar recursos de contratos públicos. Um dessas indicações teria sido a do diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, um dos delatores da Lava Jato.
Com base na delação premiada de Costa e em outros elementos de prova, como o registro de frequência dos parlamentares na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, a denúncia sustenta que a atual cúpula do PP valeu-se de seu poder político para praticar atos de corrupção e lavagem de dinheiro. No caso da petroleira estatal, as condutas teriam ocorrido entre 2009 e 2015.
O julgamento foi retomado após diversos adiamentos, com a defesa oral dos advogados dos acusados e a reiteração das acusações feitas pelo Ministério Público Federal. Após o voto do relator, Edson Fachin, o julgamento foi mais uma vez adiado por causa da ausência do Ministro Celso de Melo. Os outros ministros que fazem parte da segunda turma são: Cármém Lúcia, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.
Fachin destacou em seu voto que há provas suficientes no processo para dar andamento à acusação do MPF. O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, disse que a denúncia da PGR é “típico abuso de poder”, sem provas contra o senador Ciro Nogueira. Segundo a defesa, a procuradoria citou um inquérito que foi arquivado pelo STF para embasar os memoriais do caso. (Com informações do site Viagora)
domingo, 2 de junho de 2019
A VERDADEIRA HISTÓRIA DA INDEPENDÊNCIA DO PIAUÍ
A história do Piauí conta com muitos lances inacreditáveis. Para começar, nossa independência não foi feita por piauienses. A maioria dos nossos coprovincianos lutou, na verdade, em favor dos portugueses. Os negros e índios formaram a maior parte do nosso exército de rebeldes, juntamente com mercenários que foram recrutados a peso de ouro na no Ceará, em Pernambuco e na Bahia. Veja tudo isso e muito mais no meu novo livro SOBRE MERCENÁRIOS E LIBERTADORES. Falo sobre isso nos três vídeos que disponibilizei no canal @Toni Rodrigues Além da Notícia e que deixo agora ao seu dispor aqui no Blog a fim de que você assista e deixe os seus comentários. Fique à vontade.
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sábado, 1 de junho de 2019
A MORTE DE BONFIM FILHO
Boa noite a todos, hoje gostaria de destacar aqui no blog o lamentável episódio de sexta-feira, 31 de maio. Diz respeito ao falecimento do meu estimado amigo, delegado Francisco Carlos do Bonfim Filho. Tinha 59 anos de idade e uma vontade imensa de viver, mas infelizmente a saúde há muito o havia abandonado. Tudo por conta do diabetes, uma doença terrível, que muitos insistem dizer comportamental. Nem tanto. Tenho certeza que ele cumpria rigorosamente todos as determinações médicas. Nem assim conseguiu combater essa doença horrorosa que tem ceifado muitas vidas.
Um amigo, Clayton Sousa, disse num grupo de WhatsApp (Jornalista Toni Rodrigues), que devemos ter muito cuidado com tudo aquilo que plantamos. Muito adiante temos que colher o resultado de tudo isso. É verdade. Bonfim Filho era um cara cuidadoso. Militar de carreira. Em todos os sentidos. O pai era oficial da Polícia Militar. Ele próprio começou sua trajetória no Exército brasileiro. Serviu em lugares ermos e distantes. Temos afinidades nesse sentido. Ele atuou ao lado de meu primo, irmão e compadre Antonio Carlos Pereira Barbosa.
Mas eu o conheci muito depois. Foi nos anos noventa, quando ele estava seriamente engajado no combate ao crime organizado. Naquele tempo eu era editor e editorialista do jornal Meio Norte. Estávamos todos envolvidos naquele processo duro, arriscado. Eram muitos os elementos a serviço do crime. São muitos, ainda, infelizmente. O crime organizado persiste, vivo, não morre nunca. Tem mil cabeças, a serpente. Se renova sempre. Revive ainda mais forte. Sempre que você abate uma das suas organizações, outra aparece em seu lugar. É o que acontece hoje no Piauí.
Um dia desses falamos na Rádio FM Cultura de Teresina quando ele concedeu longa entrevista para falar do assunto. Gravei uma parte dela em vídeo porque estava no meio do caminho quando a entrevista começou. Tratamos de vários temas relacionados à história de vida do nobre entrevistado Bonfim Filho. Ele contou sua parte, contei minha parte, de tudo aquilo que vivenciamos naquele período difícil, conturbado. De como muitos daqueles políticos que participaram erroneamente tiraram proveito da situação. Fingiram que estavam sendo perseguidos e não era nada daquilo. Na verdade, apenas lançaram notas ao vento, conseguiram muita propaganda em torno do seu nome e foram se refugiar em Brasília, enquanto ficamos aqui, nós outros, correndo os riscos de verdade, de sermos alcançados pelas balas assassinas do esquadrão da morte. Que, agora, está travestido de outra vestimenta.
É o mesmo esquadrão, que produz a mesma morte. Só que com outra roupagem. Uma roupagem suave, de cores amenas, fala mansa, se apresenta com uma pele de cordeiro, cordato, vai aos meios de comunicação com a linguagem de quem está ao lado do povo e diz que está tudo muito bonito, muito bacana, quando nas ruas a situação é outra, completamente diferente. E mesmo assim todos acreditam. O crime continua, organizado, matando, fazendo baixas, nas ruas, nos campos, nas cidades, em todos os lugares. E Bonfim concordou comigo. De repente, uma ligação. Era o delegado geral na época - meu querido amigo Riedel Baptista. Tinha outra visão, claro. Ele disse que a situação estava sob controle, que os bandidos estavam devidamente condenados e presos, que já não tinham a mesma força de antes. E coisa e tal.
Sim, aqueles bandidos. Mas não estávamos falando daqueles bandidos. Estávamos falando dos sucessores daqueles bandidos. Os que os prenderam para tomar os seus lugares. E foi exatamente assim que aconteceu nosso último encontro. Meu e de Bonfim. No estúdio da FM Cultura de Teresina. Paulo Araújo foi quem propiciou essa entrevista.
Bonfim não tinha mais oportunidade na imprensa. Era meu ouvinte preferencial. Na Teresina FM e na FM Cultura. Era meu espectador no canal Toni Rodrigues Além da Notícia. Era um amigo pessoal de quem gostava muito e a quem consultava sempre. Nunca deixei de consulta-lo. Nunca deixei de entrevistá-lo. Nunca o deixei no esquecimento. Sempre o vi como uma fonte inesgotável de conhecimento jurídico e policial. Um policial de verdade. Era um dos seus grandes admiradores. Tenho certeza que esse grande homem estará em harmonia com as forças da natureza. Porque era chama viva do sentimento humano. Tenho para mim. (TR)
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Um amigo, Clayton Sousa, disse num grupo de WhatsApp (Jornalista Toni Rodrigues), que devemos ter muito cuidado com tudo aquilo que plantamos. Muito adiante temos que colher o resultado de tudo isso. É verdade. Bonfim Filho era um cara cuidadoso. Militar de carreira. Em todos os sentidos. O pai era oficial da Polícia Militar. Ele próprio começou sua trajetória no Exército brasileiro. Serviu em lugares ermos e distantes. Temos afinidades nesse sentido. Ele atuou ao lado de meu primo, irmão e compadre Antonio Carlos Pereira Barbosa.
Mas eu o conheci muito depois. Foi nos anos noventa, quando ele estava seriamente engajado no combate ao crime organizado. Naquele tempo eu era editor e editorialista do jornal Meio Norte. Estávamos todos envolvidos naquele processo duro, arriscado. Eram muitos os elementos a serviço do crime. São muitos, ainda, infelizmente. O crime organizado persiste, vivo, não morre nunca. Tem mil cabeças, a serpente. Se renova sempre. Revive ainda mais forte. Sempre que você abate uma das suas organizações, outra aparece em seu lugar. É o que acontece hoje no Piauí.
Um dia desses falamos na Rádio FM Cultura de Teresina quando ele concedeu longa entrevista para falar do assunto. Gravei uma parte dela em vídeo porque estava no meio do caminho quando a entrevista começou. Tratamos de vários temas relacionados à história de vida do nobre entrevistado Bonfim Filho. Ele contou sua parte, contei minha parte, de tudo aquilo que vivenciamos naquele período difícil, conturbado. De como muitos daqueles políticos que participaram erroneamente tiraram proveito da situação. Fingiram que estavam sendo perseguidos e não era nada daquilo. Na verdade, apenas lançaram notas ao vento, conseguiram muita propaganda em torno do seu nome e foram se refugiar em Brasília, enquanto ficamos aqui, nós outros, correndo os riscos de verdade, de sermos alcançados pelas balas assassinas do esquadrão da morte. Que, agora, está travestido de outra vestimenta.
É o mesmo esquadrão, que produz a mesma morte. Só que com outra roupagem. Uma roupagem suave, de cores amenas, fala mansa, se apresenta com uma pele de cordeiro, cordato, vai aos meios de comunicação com a linguagem de quem está ao lado do povo e diz que está tudo muito bonito, muito bacana, quando nas ruas a situação é outra, completamente diferente. E mesmo assim todos acreditam. O crime continua, organizado, matando, fazendo baixas, nas ruas, nos campos, nas cidades, em todos os lugares. E Bonfim concordou comigo. De repente, uma ligação. Era o delegado geral na época - meu querido amigo Riedel Baptista. Tinha outra visão, claro. Ele disse que a situação estava sob controle, que os bandidos estavam devidamente condenados e presos, que já não tinham a mesma força de antes. E coisa e tal.
Sim, aqueles bandidos. Mas não estávamos falando daqueles bandidos. Estávamos falando dos sucessores daqueles bandidos. Os que os prenderam para tomar os seus lugares. E foi exatamente assim que aconteceu nosso último encontro. Meu e de Bonfim. No estúdio da FM Cultura de Teresina. Paulo Araújo foi quem propiciou essa entrevista.
Bonfim não tinha mais oportunidade na imprensa. Era meu ouvinte preferencial. Na Teresina FM e na FM Cultura. Era meu espectador no canal Toni Rodrigues Além da Notícia. Era um amigo pessoal de quem gostava muito e a quem consultava sempre. Nunca deixei de consulta-lo. Nunca deixei de entrevistá-lo. Nunca o deixei no esquecimento. Sempre o vi como uma fonte inesgotável de conhecimento jurídico e policial. Um policial de verdade. Era um dos seus grandes admiradores. Tenho certeza que esse grande homem estará em harmonia com as forças da natureza. Porque era chama viva do sentimento humano. Tenho para mim. (TR)
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Como os manifestantes de 30 de maio tratam a educação superior que eles administram
No vídeo de hoje, eu me proponho a mostrar a realidade da educação superior nos estados administrados pelo PT. É um histórico de como a Uespi (Universidade Estadual do Piauí) chegou ao momento em que se encontra. Cabe apenas lembrar que os professores ameaçam nova greve a partir de 10 de junho. Eles permaneceram com atividades paralisadas durante praticamente todo o primeiro semestre. Veja e tire suas próprias conclusões.
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