Segundo uma pesquisa realizada pela revista Veja e divulgada nesta sexta-feira, 6 de dezembro, se a eleição presidencial fosse hoje o presidente Jair Bolsonaro seria vitorioso com 45% contra 40% de Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e libertado provisoriamente por um ato institucional do STF.
O ministro da Justiça, Sérgio Moro, também seria vitorioso numa provável disputa contra Lula, obtendo 39% contra 33% atribuídos ao presidiário de Garanhuns provisoriamente em liberdade. A revista mandou fazer a pesquisa imaginando que todo o bombardeio do noticiário teria contribuído para abalar o prestígio de Bolsonaro e de seu governo junto ao eleitorado brasileito.
Deu com os burros n'água. Uma constatação elementar em qualquer governo é que não se antecipa campanha eleitoral, ainda por cima com nada menos que dois anos e meio de antecedência. O pleito vai ocorrer apenas em 2022. Fazer pesquisa agora é uma tentativa de esvaziar o governo. Consequentemente, é atuar contra o Brasil. Se o governo não der certo, quem perde somos todos nós.
Ademais, o governo de Bolsonaro tem conquistado muitos avanços importantes. Na economia, por exemplo, verifica-se crescimento de aproximadamente 2%, acima da meta de 1,6% estipulada no começo do ano. Diante disso, verificar o crescimento dos índices de emprego, com a criação de cerca de 1 milhão de novos postos de trabalho ao longo do ano de 2019.
Importante ressaltar outros avanços muito importantes e que ajudam sobremaneira a população pobre. Um deles, a limpeza que se está fazendo em programas sociais, como Bolsa Família, e a instituição de um 13° para o programa. Outra das grandes ações do atual governo é a transparência. Nunca um presidente agiu com tamanha abertura.
Sem contar, outro lado, com a redução de gastos. Foram reduzidos 125 mil cargos na estrutura do governo federal. Mostrado ao país como as ONGs internacionais se organizam para dominar o cenário na Amazônia. Inclusive com patrocínio estrangeiro para incendiar a floresta. O pacote anticrime apresentado ao Congresso é outra medida de grande projeção em favor do Brasil. Antecipar discussões eleitorais é atentar contra tudo isso. (Toni Rodrigues)
Falando de política, cultura e liberdade de imprensa e de expressão.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2019
COTAS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA - PRECISAMOS ANALISAR MELHOR ANTES DE CRITICAR
Por Toni Rodrigues
Na grande maioria dos casos, as empresas nem contratam pessoas com deficiência. E não há qualquer fiscalização decente sobre isso. Trata-se de um campo nebuloso e com toda a flexibilização possível. Na prática, quem cumpre a lei das cotas é unicamente o poder público - e olhe lá. Em se tratando do PT do Piauí, nem isso. Com a nova lei, ou contrata ou paga. Defendo uma taxação progressiva, ano a ano, no sentido de gerar obrigação de fato e de direito. Esse negócio aí tá só no papel, pode crer. Muito bom falar ou curtir quando se está à distância. Sei do que estou falando. Vamos fazer uma vistoria nas empresas do Piauí. Somente as grandes, nacionais ou multi, é que adotam a lei, por conta da implicação creditícia.
Não sou politicamente correto, amigo(a). Sou apenas verdadeiro. Essa história de protestar é o que dizem todos. Mas tem que ver se a lei está funcionando de verdade.
Vou colocar um desafio aqui, para as empresas que conhecemos. Quantas pessoas com deficiência você conhece que trabalham no Armazém Paraíba? Na Pintos? Boticário? Livrarias - todas elas? No Teresina Shopping, das lojas ali, conheço apenas a Maccdonald's que emprega pessoa com deficiência. Na loja da Nossa Senhora de Fátima tinha um rapaz que nunca mais vi por lá. E que tal nas óticas? Então? Quantas pessoas com deficiência estão empregadas nessas lojas? Ou é por que o João Claudino está isento da lei? Ou então o Marcos Pintão também está isento? E estão isentos da obrigatoriedade todos aqueles que eu citei? Ora, então tem que contratar. Ou então pagar por não contratar. Sinceramente... é lamentável a resistência contra a austeridade.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
Moro ainda acredita que projeto anticrime será melhorado pelo Senado
O ministro Sérgio Moro acredita que o pacote anticrime será melhorado pelo Senado. Será possível?! Após a votação da Câmara, difícil acreditar que nossos parlamentares queiram, realmente, medidas para combater a criminalidade. Falamos também, nesse podcast, sobre a difícil situação do estado do Piauí e os desmandos do governador Wellington Dias (PT). Ouça e deixe suas impressões.
OUÇA AQUI
OUÇA AQUI
Deputados mudam projeto de Moro em votação na “calada da noite”
Num projeto votado alta noite, portanto, longe dos holofotes da mídia e da população, os senhores deputados federais votaram e aprovaram por 359 votos a 9 o pacote anticrime. Não aquele proposto pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, no sentido de melhorar a resposta da sociedade aos crimes praticados, mas um projeto miscigenado, que misturou alhos com bugalhos e nos faz até pensar que bife ali na mesa é a mesma coisa que bife à milesanea. Ah, estes deputados brasileiros.
O outro projeto que se mistura e se confunde com o de Moro foi apresentado ainda no ano passado pelo então ministro Alexandre de Moraes, desconsiderado na época, por ser ele membro do governo de Michel Temer, e retomado agora como se fosse um projeto do ministro do STF, Supremo Tribunal Federal. Nada disso. É o mesmo projeto de antes, do então ministro de um governo marcado pela corrupção e pelos altos índices de desaprovação popular. Por que os senhores deputados o revitalizaram? Para afrontar Moro e o presidente Jair Bolsonaro, para afrontar a sociedade e continuar garantindo a impunidade, principalmente de elementos do colarinho branco.
Mantido no projeto original:
- Aumento de 30 anos para 40 anos no tempo máximo de cumprimento da pena de prisão no país;
- Aumento da pena de homicídio simples, se envolver arma de fogo de uso restrito ou proibido, que passará de 6 anos a 20 anos para 12 anos a 30 anos de reclusão;
- Prevê filmar e gravar encontro entre advogados e réus
Foi retirado do projeto original:
- A ampliação do excludente de ilicitude;
- A previsão de prisão após condenação em segunda instância;
- O acordo entre acusado e Justiça para dispensar o julgamento – o chamado plea bargain;
- O fim da audiência de custódia; mantém-se então o privilégio do elemento responsável pelo delito de estabelecer duas versões, uma para a polícia e outra perante o juiz;
O que é o plea bargain:
Em inglês, “plea” quer dizer pedido e "bargain" é um acordo entre duas partes em troca de algo, uma barganha.
Na Justiça, a expressão se refere à confissão de crimes por parte do acusado em troca de uma pena menor.
O instrumento já existe no Código Penal dos Estados Unidos e Moro quer trazer para o Brasil.
ASSISTA NOSSO VÍDEO SOBRE O ASSUNTO.
O projeto aprovado pela Câmara é mais rigoroso contra os condenados por crimes hediondos – cometidos com violência e grande potencial ofensivo. Esses detentos terão restrição às saídas temporárias e à progressão de regime.
Pela medida, matadores dos próprios pais ou filhos não teriam direito à saidinha nas datas respectivas.
REPÓRTER – TONI RODRIGUES
Precisamos reagir contra mais esse abuso de Wellington Dias
O que está fazendo o governador Wellington Dias com a
aposentadoria dos servidores públicos do estado do Piauí é o que se pode chamar
de aberração administrativa. Pode também ser entendido como aberração jurídica
se levarmos em conta o fato de que a lei não pode, e nem deve, retroagir para
gerar perdas aos nossos concidadãos.
É o que está acontecendo no caso dos servidores que
ingressaram no serviço público piauiense antes do advento da Constituição
Federal, em 1988. Somam aproximadamente 40 mil, sendo que 26 mil deles já estão
aposentados. O estado conta ainda com cerca de 14 mil funcionários nestas
condições.
Através da sua assessoria jurídica, que atua no sentido de
subverter a ordem vigente, portanto, implementar a insegurança jurídica, o
chefe do Executivo estadual encaminhou ao Supremo Tribunal Federal, onde o seu
partido, o PT, mantém uma patota arregimentada, uma Ação de Descumprimento de
Preceito Fundamental. Explica-se. Em 1992, estes servidores ganharam o direito
de permanecer na folha e passaram para a condição de estatutários, devendo o
estado responsabilizar-se por sua aposentadoria. Isso porque eles já tinham
cinco anos ou mais de serviços quando a Carta Magna fora implementada.
CRIMINALIZAÇÃO DOS SERVIDORES
O governador tenta agora, através da sua ADPF, criminalizar a
presença destes servidores na folha de pessoal, colocando sobre eles a
responsabilidade pelo déficit da previdência piauiense, cerca de R$ 1 bilhão
por ano, quando todos sabemos que o verdadeiro responsável é o próprio
governador com sua política de atraso, mentira e corrupção. Sem dúvida, um dos
piores governadores do Brasil. Aliás, por conta de gente como ele e seus
asseclas ainda não somos, efetivamente, uma pátria livre.
Por meio da Ação mencionada, o governador quer retirar os
servidores em questão da folha de aposentadoria do estado e repassá-los para o
regime previdenciário da União, em síntese, para a previdência geral. Com isso,
diz, o estado poderia se livrar do déficit. Na verdade, o governo de Wellington
Dias não tem rumo, é completamente cego de propósitos. Ele já disse isso antes,
em outras medidas de arrocho que adotou para justificar seus desmandos. O que
nos causa espécie é o silêncio da maioria. Onde estão aqueles que poderiam agir
para impedir mais esse absurdo? Sindicalistas, opositores, cidadãos de bem
honrados e trabalhadores?
TEM QUE SER COMBATIDO JUDICIALMENTE
A meu ver, a única forma de combater os excessos deste
governador é apelando para os seus métodos infames, ou seja, recorrendo à
Justiça, mas não com os seus argumentos, que são os argumentos da empulhação,
da sacanagem explícita. E sim com a palavra da verdade, mais do que palavras,
com exemplos, como diria Santo Antonio, pois: “quando o exemplo fala, a palavra
cala.”
E então, vamos permanecer de novo em silêncio e de braços
cruzados diante de tamanho descalabro? Não foram estes servidores que nos
trouxeram até esta situação falimentar. Esse governador tem que ser afastado
por meio de uma medida enérgica, de uma intervenção cidadã, e não apenas na
eleição, porque sabemos onde foram parar os recursos que causaram este déficit
tremendo nas contas do estado.
(Toni Rodrigues)
VEJA ABAIXO UM EXEMPLO DO VAMPIRISMO DE WELLINGTON DIAS:
VEJA ABAIXO UM EXEMPLO DO VAMPIRISMO DE WELLINGTON DIAS:
Assinar:
Postagens (Atom)